sexta-feira, 17 de julho de 2009

Abro a porta. Entro em casa.
A sala vazia. As paredes a esmagarem-me. Deito-me no sofá e tento a anestesia.
Fecho os olhos.
Tapo os ouvidos.
Não ver nada. Não ouvir nada. Não sentir nada. Não pensar em nada.
Nada.

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