segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O silêncio não é apenas silêncio. É barulho também. Barulho que ensurdece. Que desespera.
Levanto-me a vou à janela.
A mesma sensação do viaduto. Do precipício.
Escolho entrar. Tento de novo a acalmia do sono.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Acordo a meio do sono.
Salva pelo sonho desperto para o que é real.
A dor.
O vazio.
Agora já não há silêncio.

Há um turbilhão à minha volta. Há um não regresso ao conforto do sono. Do esquecimento. Do nada.