sexta-feira, 25 de setembro de 2009

É quase dia. Pelas frinchas da janela entreaberta a luz.
O coração continua a bater, mas agora quase inaudível.
A dor continua lá. Imutável. No fundo mais fundo do corpo.

sábado, 5 de setembro de 2009

Mas o sono não vem. As pálpebras cerradas a forçar o sonho.
Nada.
Apenas o coração como um tambor desordenado.