É quase dia. Pelas frinchas da janela entreaberta a luz. O coração continua a bater, mas agora quase inaudível. A dor continua lá. Imutável. No fundo mais fundo do corpo.
sábado, 5 de setembro de 2009
Mas o sono não vem. As pálpebras cerradas a forçar o sonho. Nada. Apenas o coração como um tambor desordenado.